quarta-feira, 20 de março de 2013

Cobras e Lagartos Gospel?


Que bom seria se ao abrirmos as paginas sociais pudéssemos ver mensagens mais otimistas. Seria ótimo ler mensagens de fé, encorajamento e conforto; mensagens que levantassem o “astral” dos abatidos... Infelizmente o que temos lido, e muito, são as famosas “indiretas já”. Oh Deus, sê misericordioso com o teu povo! “Recados” e “subliminares” tem sido postados com o “alvo certo”... Mais entristecidos ficamos ao ver quando remetentes cristãos destinam este tipo de mensagens. E, mais grave ainda, quando os destinatários são os “coirmãos”. Sabemos que “palavras são palavras; nada mais que palavras” como já bem salienta o “dito popular”... Mas, também sabemos que a palavra machuca, corrói e até destrói. Machuca os que ouvem, corrói os sentimentos e destrói as amizades e as alianças. Palavras lançadas ao ar não são produtivas; ecoam da covardia e podem ferir mortalmente. Em havendo desavenças ou dificuldades relacionais contra outrem, o certo é uma conversa particular para que os “cavacos” sejam aplainados.

A Palavra de Deus nos ensina que devemos ter cuidado com as palavras: “Mas agora, despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca” (Cl 3.8). A Bíblia ensina ainda que das palavras mal empregadas nascem “invejas, porfias (rixas intermináveis), blasfêmias, ruins suspeitas, contendas de homens corruptos de entendimento, e privados da verdade...” (1Tm 6.5). O apostolo Pedro encerra, dizendo: “Se alguém falar, fale segundo as palavras de Deus...” (1Pe 4.11).

Tomara possamos ler mensagens mais proveitosas! Que Deus nos ajude a entender que “roupa suja se lava em casa”! Deus nos ajude, começando em nós, o cumprimento de 1Co 13.

Graça e Paz!








quinta-feira, 7 de março de 2013

Hoje é o Grande Dia!

Talvez você ainda não tenha se dado conta da grandiosidade deste dia... É isso mesmo! Hoje é “O Grande Dia” de sua vida! Tenho notícias para lhe dar: Uma muito boa, outra muito ruim e outra excelente; uma Boa Notícia, uma Má Notícia e a Melhor Notícia.

A Boa Notícia é que, mesmo estando irremediavelmente perdidos, Deus nos ama de forma sem igual; e, por isso, enviou o Senhor Jesus Cristo para dar sua própria vida em favor de cada um de nós (Jo 3.16). É maravilhoso saber que somos alvo do Amor de Deus, não é? Independente de sua condição neste momento, você é alvo deste Amor divino. Deus não olha para a sua aparência; mas, sim, para o seu coração. Ao mudar sua caminhada atual, dirigindo-se a Deus e pedindo para que ele restaure a sua vida, arrependido de todos os seus maus passos, imediatamente, você será transformado em nova criatura. Esta não é uma boa notícia?

A Má Notícia é que aquele que não tem garantida a Salvação em Jesus Cristo irá para o inferno. Veja o que diz a Palavra de Deus: “Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus” (Jo 3.18); “Quem crer e for batizado, será salvo; mas quem não crer será condenado” (Mc 16.16). Jesus veio ao mundo para nos conduzir para a sua maravilhosa luz: “Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas” (Jo 12.46); “Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida” (Jo 8.18). Há o alerta quanto aos que aceleram seu passos em direção ao Inferno: “Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus” (1Co 6.9,10); “Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus” (Gl 5.19-21); “Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte” (Ap 21.8); “Bem-aventurados aqueles que guardam os seus mandamentos, para que tenham direito à árvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas. Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira” (Ap 22.14-15). Triste será o fim dos que insistem no caminho do vil pecar! Com certeza, está é uma má notícia, não é?

A Melhor Notícia é que: “Hoje é o Grande Dia de sua vida!” Sim, hoje é o dia da sua oportunidade. Amanhã não sabemos o que sucederá; mas, hoje ainda há tempo para você se arrepender, confessar ser pecador e reconhecer a Cristo como o Senhor e Salvador de sua vida. Há uma grande “festa” esperando por você: “Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento” (Lc 15.7). Deus espera que você entenda o seu grande amor e não quer que ninguém “se perca”: “O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se” (2Pe 3.9). Aceita este convite, ainda hoje. Arrependa-se e entregue a sua vida ao senhor Jesus Cristo: “Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no meio do paraíso de Deus” (Ap 2.5,7). Esta não é uma excelente notícia?
Deus abençoe sua vida... Graça e Paz!

segunda-feira, 4 de março de 2013

O Dízimo não é do doutor, é do Senhor!



O senhor Lincoln, homem muito rico e proprietário de muitos bens, inclusive em várias partes do mundo, mandou contratar o escritório Dr. Kent, o advogado mais competente que existia naquele lugar para administrar suas empresas, cuidar de sua riqueza e todas as suas aplicações financeiras. Aquele advogado era também um cristão muito piedoso. Ele se compadecia muito dos pobres e necessitados e esforçava-se o máximo para diminuir o quanto possível fosse o sofrimento de toda aquela gente. Como era o responsável pela fortuna de seu patrão, inclusive no que tratava dos investimentos, comprou alimentação para aquelas pessoas que estavam tão famintas. Na prestação de contas para com o senhor da fortuna, o lançamento contábil era na conta da “Assistência Social”. Tempos mais tarde, com um sentimento de estar fazendo justiça aos necessitados, além da alimentação comprou também roupas novas para todos os que comprovadamente necessitavam de novas vestimentas. Novamente, na conta da assistência social, foram lançados os gastos com a alimentação e vestuário daquele povo. O tempo foi passando e as contas com alimentação, vestuário, moveis, eletrodomésticos e um sem fim de despesas foram se avolumando e, como sempre, lançados na assistência social. A estes gastos somaram-se também pequenos consertos nas residências e outros tipos de melhorias e até puxadinhos foram sendo feitos na conta da assistência social. Os anos foram passando. Cinco, dez, quinze anos se passaram. Foi quando o senhor Lincoln compareceu ao escritório do Dr. Kent para esclarecer a vultosa diminuição em seu patrimônio. Kent fez uma “puxada” em seus arquivos e passou a demonstrar nos controles anuais as contas bancárias, as aplicações financeiras, as folhas de pagamento, os investimentos a curto e longo prazos e etc.. Tudo estava batendo com os espelhos bancários, menos o investimento na assistência social. Estes não estavam autorizados pelo senhor Lincoln. Sr Lincoln pediu explicações ao Dr. Kent sobre quem autorizou todos aqueles gastos. Lincoln ficou muito irado. Como pode alguém trair a confiança que lhe foi depositada? Como pode alguém gastar daquilo que não lhe pertence. Questionava o Sr. Lincoln. Kent ainda tentou argumentar que utilizara de seus bens para abençoar aos mais necessitados; afinal, o Sr. Lincoln tinha tanto e aqueles pobres coitados nada... Sr Lincoln acabou por demitir o Dr. Kent, além de processa-lo e exigir o ressarcimento de tudo quanto tinha gasto indevidamente.

Quantos Dr. Kent existem hoje nas Igrejas não é mesmo?! Ao invés de entregarem o dízimo na Casa do Senhor, utilizam-se dele e declaram que foi aplicado na assistência social, no serviço aos mais necessitados, “comprando” as bênçãos que julgam precisarem os menos favorecidos. Os cristãos devem buscar compreender que o dízimo é para ser trazido à Casa do Senhor; pois, pertence ao Senhor e é para ser utilizado por aqueles que para isso foram escolhidos. Crente não administra dízimo! Crente devolve o dízimo. Ainda é tempo dos “Kent” que existem por aí voltarem atrás e reconhecer que a “fortuna” pertence ao Senhor. Tomara que dê tempo para todos os “Kent” se arrependam, antes da volta do “senhor Lincoln”.

LITÍGIO ENTRE IRMÃOS



1Co 6.1-11.
 Era muito comum, em Corinto, levar alguém ao tribunal quando uma pessoa falhava com outra. Para resolver problemas super simples, em muitas vezes, se recorria aos tribunais. Os gregos eram famosos pelo seu apego à lei. no capítulo seis da primeira carta aos coríntios, Paulo repreende aqueles cristãos que levavam seus problemas à justiça comum. Entende-se que era a ganância a causa principal de todo o litígio que prevalecia entre os membros daquela Igreja. Para o apostolo Paulo o correto é resolver problemas de relacionamento entre cristãos no ambiente domestico da comunidade.

O Litígio entre irmãos:
a) Demonstra fracasso espiritual
·         É como assinar um atestado de incompetência da Igreja; 
     É como ignorar a capacitação conferida à comunidade do Senhor para julgar e restaurar os seus membros.
·       Em Mt 18.15-20, Jesus Cristo orienta quanto ao tratamento das faltas de uns para com os outros em quatro fases:
  • Ação individual – “Se o teu irmão pecar contra ti, vai arguí entre ti e ele só; se ele te ouvir, ganhaste a teu irmão”; 
  • Ação Grupal – “Se, porém, não te ouvir, toma ainda contigo uma ou duas pessoas, para que, pelo depoimento de duas ou três testemunhas, toda a palavra se estabeleça”; 
  • Ação Comunitária – “E se ele não os atender, dize-o à Igreja”;
  • Ação Cirúrgica – “E, se recusar ouvir também a Igreja, considera-o como gentio e publicano”.

 b) Desvia o cristão da Missão
·   Quando alguém passa a brigar por uma causa contra o seu irmão, na justiça comum, desvia sua atenção de uma causa maior e despreza a justiça divina;
·   “Brigar” na justiça comum leva o cristão à perda do foco, quanto à evangelização.
·  O Cristão é chamado a ser um instrumento de paz, conciliação e benção. Também serve para nós as palavras do Senhor a Abraão: “Sê tu uma benção" (Gn 12.2).
·   O cristão não pode perder de vista as palavras do apóstolo Paulo: “Se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens” (Rm 12.18).

c) Prejudica a Pregação
  • Os coríntios não estavam mais se preocupando em preservar a reputação cristã na sociedade;
  • Dependendo da conduta dos cristãos, portas podem se abrir ou se fechar à pregação da Igreja;


Conclusão:
·     Não se pode ignorar a existência de problemas no relacionamento no ambiente da Igreja.
·     O único caminho autorizado e recomendado aos cristãos é a aceitação dos princípios bíblicos.
·     Quando a Igreja aplica os princípios bíblicos, ela cresce interna e espiritualmente; mas, também cresce o nome de Cristo e da Igreja diante do mundo. Consequentemente, abrem-se as portas para a pregação do Evangelho.

Deus, através do Espírito Santo nos sensibilize e nos ensine a praticar o amor de Deus!

Graça e Paz!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Aproveita enquanto é Tempo!

Uma reflexão em João 7.3-24 destinada aos que não suportam a Verdade da Palavra de Deus e a tantos quantos interessar possa...

Simplificando o texto:
1. Por entenderem que Jesus queria “aparecer” e não crerem nos ensinamentos dele, seus irmãos não queriam que Jesus ficasse próximo a eles (3-5); Jesus esclarece o “alvo do ódio do mundo” a seus irmãos: “... Ele me odeia a mim...” (7); Todos sempre estão a procurar por Jesus (11); Entre “o povo” sempre há divergências de opiniões (12-15):
a) Há os que procuram Jesus por entenderem que ele é bom (12);
b) Há os que entendem que tudo não passa de enganação (12);
c) Há os que amedrontados não tomam suas posições sinceramente (13);
d) Há os que não entendem como pode um “ignorante” falar com sabedoria (15).
2. Jesus afirmou que falava “inspirado” pelos ensinamentos daquele que o enviou (16); Jesus esclarece que somente os que fazem a vontade de Deus entendem os ensinos de Deus (17); Jesus ensina que falar por seu próprio entendimento não passa de falácias. Mas, aquele que busca a Deus e a sua glória fala com verdade e justiça (18); Jesus dá uma demonstração de que aqueles próprios que defendiam a “Lei” não cumpriam os ditames da lei (19-23);
3. Jesus arremata a lição para os que o julgavam: “Não julgueis pela aparência, mas segundo a reta justiça” (24).

Penso que é bem propício, aos nossos dias, o ensino de Jesus Cristo: “Não julgueis pela aparência...”. Hoje em dia parece que estão se repetindo os fatos ocorridos no texto de Jo 7.24.

É comum vermos os que se sentem “julgados” julgando os seus “julgadores”. É bem interessante isso!

A expressão na boca dos “pobres coitados” é: “Tá querendo aparecer!”. Claro! Se autossegregaram num grupo inventado e cheio de invencionices e, dizendo o que nunca foi dito, buscam se autofirmar na “colônia dos preconceituados”. De Claro em Claro cada “pobrezinho” vai dando um Oi para demonstrar que está Vivo e, assim, de clique em clique, vão disseminando a insatisfação por existir o contraditório. Os ditos “perseguidos” e “julgados” por sua posição e imposições cromossomáticas, genéticas e herança de sabe-se lá o que, fundamentam seus dizeres em especulacionices e esbravejam contra os seus opositores, a quem chamam especuladores. A incoerência se faz... Se este não pode julgar aquele porque aquele, então, pensa que pode julgar este? Há que se considerar que a justiça de Deus pode revelar o erro dos aparentes “andar certos”. Quanto a isso a Bíblia ensina que “Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte” (Pv 16.25).

Jesus salienta que os que não aceitam a Palavra de Deus são contra ele. Sim! Uma vez que o discurso de Jesus sempre foi a partir dos ensinamentos vindos do próprio Deus, os que não aceitavam a sua Palavra são contra ele. Só os que entendem os ensinos de Deus fazem a vontade de Deus. Lógico isso, não?! É “aintiburro”! Como alguém vai proceder a partir do que não entende? A Palavra de Deus salienta que “O homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1Co 2.14).
Há que se concluir que não existe “mais ou menos” quando se fala de certo ou errado na perspectiva da ótica bíblica. Não existe mais ou menos certo ou mais ou menos mentira; nem tão pouco mais ou menos verdade ou mais ou menos mentira. O que existe é: Verdade ou Mentira; Certo ou Errado.

Goste você ou não, o pecado afasta o ser humano de Deus. Deus ama o pecador, sim; mas, abomina o pecado. Isto significa que suas atitudes, se estiverem contrárias ao que preceitua a Bíblia, afastam você de Deus. Não há preconceito quando se julga pecaminosa segundo os ensinos bíblicos, as atitudes de um indivíduo, porque não é o indivíduo que está sob judice; mas, suas atitudes.

Mas, fica o convite: Aproveita e faz um concerto com Deus! Ainda é tempo de voltar atrás. Ainda é tempo de retornar aos braços do Pai. Hoje, ainda é tempo.

Amanhã, pode ser tarde demais...

Graça e Paz!

A Complicada Complexidade do Ser Humano ser humano

O ser humano é complicado mesmo... Ô troço complexo!

"Tu" não concorda com "ele" porque ele está errado; mas, quando "ele" não concorda com "tu", ele continua errado... O "errado" é sempre "ele". Só porque "ele" pensa diferente de "tu", ele é imbecil, é intolerante, é ignorante, é grosseiro... Um brutamonte; não tem conhecimento aprofundado e, por isso, não sabe do que fala, e por aí vai...

Quando "tu" entende que certas práticas são legais e "ele" não entende com "tu", ele está errado. Lógico né? "Ele" é retrógado e "tu" é moderno. "Tu" acha que "não tem nada a ver" fazer assim e assado, enquanto "ele" acha isso tudo "o fim da picada"; claro, "ele" é fundamentalista e "tu", liberal. "Tu" é racional e "ele" emocional. Ora, "tu" é inteligente e "ele" apenas um "desinformado". "Ele" não tem conhecimento da ciência comportamental como "tu"; ou então, "ele" não tem conhecimento da ciência teologal como "tu". Dá para perceber que não importa de qual lado "tu" ou "ele" possam estar? Em dado momento, "tu" passa a ser "ele" e "ele" passa a ser "tu". Sim, porque em muitas vezes “ele” vai asseverar que “tu” vai estar errado; e, do outro lado, “ele” vai estar errado para “tu”.

Ora, “alguém” afirma veementemente: “Cada um tem o direito de pensar e fazer o que quiser”. E o interessante é que, tanto “ele” como “tu”, “todos” concordam com esta declaração. Então, se “cada um” tem o direito de pensar e fazer o que quiser, ninguém tem nada com isso. E mais: Se “cada um” tem o direito de pensar e fazer o que quiser e se ninguém tem nada com isso, ninguém pode criticar o pensar e o fazer de outro indivíduo qualquer. Mais ainda: se cada um tem o direito de pensar e fazer o que quiser, e se ninguém tem nada com isso, e se ninguém pode criticar o pensar e o fazer de outro indivíduo qualquer, por que “tu“ faz tantas críticas a “ele”?

Não esquece que, dependendo do dependendo, “tu” pode ser “ele” e “ele" pode ser “tu”.

"Se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens", (Rm 12.18).

Graça e Paz!

As Dissonâncias Angustiadoras das Certezas

Quando penso que o "ido" já se foi ele "dá as caras" novamente...
Mas, o que é isso?
Cara, passa ontem porque hoje não é amanhã!
Lá vem voce querer me enfiar pela "goela abaixo" tuas ideias e teus ideais.
Voce aprecia o rosa? Legal! Sou mais o azul... E daí?
Vai querer me convencer a aceitar o teu "eu" questionando o meu?
Quer dizer que voce vive e eu "vegeto"?
Voce agora é o "dono da verdade"?
Voce é sábio e eu néscio?
Voce conhece pela ciência e eu só de ouvi falar?
Voce tem os "direitos" e eu os "deveres"?
Mas, o que é isso? Quem lhe deu o direito de me cobrar dever?
Quando voce fala daquilo que não concordo, estou lhe discriminando?
Quando falo daquilo que voce não concorda, voce está questionando?
Por defender minha "verdade" virei seu inimigo?
Sua "verdade" é verdadeira; a minha falaciosa?
Cara, somos indivíduos, lembra?
Indivíduos... Individuais... Isso traz algo à sua mente?
Rosa é rosa e azul é azul! Ponto!
Sua verdade, é verdadeira para voce e seus "pares"!
Minha verdade, assim o é para mim e para os que entendem como eu!
E daí que voce entende que rosa é sempre rosa?
A cor é rosa. Mas, a cor da rosa nem sempre é rosa; pode ser branca, vermelha, chá, amarela...
O Azul pode ser escuro, claro, colúmbia, da Prússia, da Pérsia, Celeste e tantos outros mais... Mas, sempre será "azul".
Ou não...
É uma questão de interpretação!
Então, não me venha com xurumelas...
Pára de se fazer de vítima, de perseguido, de “coitadinho de mim”.
Viva a sua vida com dignidade e segue pelos caminhos que escolheu...
Pega o seu bilhete “único” e vai ser feliz.
Me deixa ser feliz também!
Com minhas interpretações, elucubrações e prerrogativas, deixa-me viver!
Não queira fazer de mim o que fez com voce.
Eu sou eu...
Voce é voce...
Nós não somos iguais...
Há dissonâncias em nossas certezas...